9 de ago. de 2016

Música na Gestação

Música na Gestação
A partir do quinto mês de gestação a audição do seu bebê já está desenvolvida. Quando ele cresce, logo é possível notar as diversas reações que ele tem ao ouvir diferentes sons. E foi pela forte relação que as crianças têm com este sentido que o Manual da Mamãe buscou na Escola Música e Bebê, os principais benefícios musicais para seu filho. “Os balbucios do bebê acompanham o canto e, balançando e sacudindo as perninhas, parecem dançar ao ouvir a música. Assim, as influências e os benefícios são claros e perceptíveis a todos que rodeiam o bebê”, afirmam as professoras de música Cíntia Soares e Nilsea Maioli.
 
Diante dessa observação, muitos pesquisadores se dedicam a este assunto. Eles defendem que cantar e ouvir música, bem como dançar com a criança, não só promovem alegria e satisfação, como também favorecem e potencializam o seu desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social. “É possível perceber que o bebê que vive em um contexto sonoro-musical tem sua ação transformada mediante os estímulos musicais, reforçando sua capacidade de aprendizagem”, ressaltam. E ainda, as professoras enfatizam que a atividade musical, com a participação da mamãe, do papai, enfim, da família fortalece os vínculos e impulsiona ainda mais o desenvolvimento do bebê. Acompanhe o quadro preparado pelas professoras e deixe seu bebê se encantar com a música:

Benefícios da música para bebês:
 • Aumento na concentração;
 • Desenvolvimento da linguagem; dos sentidos de lateralidade e de uma memória auditiva e rítmica;
 • Movimentos mais ordenados da coordenação motora;
 • Quando ouvem uma música mais tranquila, os bebês permanecem mais calmos; Quando estão em contato com canções mais aceleradas, eles tendem a ficar mais alertas;
 • O estímulo musical favorece maior desenvolvimento da área auditiva;
 • O cerebelo tem aumento de 5% a mais de densidade da massa cinzenta nos músicos do que nos não músicos.
 
 Fonte: Manual da Mamãe

3 de ago. de 2016

Direitos Trabalhistas da Gestante


A mulher em sua gravidez é amparada por leis compostas por Direitos Sociais, como as filas preferenciais, direitos trabalhistas, como a licença maternidade e os direitos da saúde, que disponibiliza os exames de sangue, Papanicolau, urina, entre outros.

Direitos Trabalhistas
  • Pela Constituição (art. 7º, inciso XVIII), ao ficar grávida, uma mulher trabalhadora não pode ser demitida nem sofrer redução no salário. Essa garantia se estende até 120 dias após o parto (licença-maternidade) período esse destinado à amamentação e cuidados com o bebê;
  • Licença Maternidade – mínimo 120 dias e máximo 180 dias, se o empregador fizer parte do Programa Empresa Cidadã (Lei 11.770 de 9 de setembro de 2008);
  • As empresas têm a obrigação de proteger as mulheres que tiveram filho. No seu retorno às atividades, devem oferecer-lhes todas as facilidades para que o aleitamento prossiga até os seis meses de vida da criança. Enquanto a mulher estiver amamentando, mesmo após o término da licença maternidade, ela tem direito a horário especial de trabalho, com dois descansos, de 30 minutos cada, durante sua jornada, destinados à amamentação;
  • A mulher que teve um filho possui, ainda o direito de receber um benefício chamado auxílio-natalidade. Esse benefício provém do sistema de seguro social, mantido com o dinheiro dos trabalhadores e gerenciado pelo Estado. Para tanto, a gestante comparecer ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), levando a carteira de trabalho e atestado médico comprovando a gravidez;
  • O companheiro tem direito a licença paternidade de cinco dias, logo após o nascimento do bebê (art. 7º da Constituição Federal).
Direitos Sociais
  • Prioridade em filas ou Caixas Especiais;
  • Acesso à porta da frente de lotações;
  • Assento e vagas preferenciais.
Direitos no Pré-Natal
  • O acompanhamento de pré-natal deve ser assegurado de forma gratuita pela secretaria Municipal de Saúde (Portaria nº. 569, de 1º de junho de 2000);
  • Toda gestante tem o direito de fazer pelo menos seis consultas durante toda a gravidez. O pré-natal oferece segurança, uma gestação saudável e um parto seguro;
  • Toda gestante tem o direito de levar um acompanhante nas consultas (companheiro, mãe, amiga ou outra pessoa);
  • As mulheres têm direito aos seguintes exames gratuitos durante o pré-natal:
    • Exames de sangue: para descobrir diabetes, sífilis e anemia e também para classificar o tipo sanguíneo.
    • Exames de urina: para descobrir infecções.
    • Preventivo de câncer de colo de útero.
    • Teste anti-HIV: esse exame é para identificar o vírus da Aids. Uma proteção para a mulher e criança.
Estes exames são realizados, geralmente, nos três primeiros meses e depois nos últimos três meses da gestação. Caso haja necessidade estes exames poderão ser repetidos gratuitamente quantas vezes o profissional de saúde achar necessário.
  • A gestante deve tomar a vacina contra Tétano;
  • A gestante também tem o direito de conhecer antecipadamente o hospital onde será realizado o seu parto (Lei nº 11.634, de 27 de dezembro de 2007).
Direitos no Parto
  • Na hora do parto a gestante tem o direito de ser escutada em suas queixas e reclamações, de expressar os seus sentimentos e suas reações livremente, isso tudo apoiada por uma equipe preparada e atenciosa;
  • A mulher tem direito a um parto normal e seguro, pois é a maneira mais saudável de ter filhos. A cesárea deve ser feita em caso de risco para a criança e para a mãe. A escolha do tipo de parto deve ser feita pela gestante em conjunto com a equipe médica;
  • Tanto durante o parto, quanto pós-parto, a gestante tem o direito à um acompanhante, podendo ser o seu companheiro, mãe, irmã, amiga ou outra pessoa (Portaria nº. 2.418 de 2 de dezembro de 2005).
Direitos no Pós-parto
  • Após o nascimento da criança, mãe e filho têm o direito de ficarem juntos no mesmo quarto (Portaria nº 1.016 de 26 de agosto de 1993);
  • Quando a mulher deixar o hospital, deve receber as orientações sobre quando e onde deverá fazer a consulta de pós-parto e de cuidados com o bebê;
  • Após o parto a mulher também merece atenção e cuidados. Ela tem que voltar ao Posto de Saúde e exigir os exames necessários;
  • As consultas após o parto são importantes para que o homem e a mulher sejam orientados sobre o risco e ou planejamento de um novo filho.
DIREITOS DA GESTANTE RESPEITADOS, GRAVIDEZ E PARTO SEGUROS
Gestante
Fonte: Questões Trabalhistas

14 de out. de 2015


Síndrome de Hellp

Resultado de imagem para sindrome de hellp sinais e sintomas

Pouco se ouve falar da Síndrome Hellp. Ela é uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto, podendo causar a morte da mãe.
Seu nome vem da abreviação de termos em inglês que querem dizer: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL, elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count), que são as principais características da síndrome.
Normalmente, a Síndrome de Hellp ocorre com o agravamento no quadro de mulheres que sofreram de pré-eclâmpsia, ou seja, hipertensão gerada pela gravidez. Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclampsia desenvolvam a síndrome. Esse número indica, em porcentagem geral, que o problema atinge de 0.2% a 0.6% das gestações.
Os sinais e sintomas dessa complicação, em um primeiro momento, podem ser confundidos com o quadro de pré-eclampsia grave, ou seja, aumento da pressão arterial e inchaço. Quando o quadro se agrava, resulta em edema agudo dos pulmões, insuficiência renal, falência cardíaca, hemorragias e ruptura do fígado, podendo levar a morte materna.
Médico coletando sangue de uma mulher grávida - foto: Zholobov Vadim/ShutterStock.com
Quando a doença é diagnosticada, através de exames laboratoriais e clínicos, o tratamento indicado é interromper a gestação, independente da fase gestacional, para que o quadro geral da mãe seja corrigido. Muitas vezes, dependendo da idade gestacional do feto, ele não sobrevive.
As mulheres com maior predisposição para desenvolver a doença são as que sofrem de doenças crônicas do coração e rim, pacientes com diabetes ou lúpus. Infelizmente, não há nenhuma maneira de evitar a doença. Apenas as pacientes que já tiveram a Síndrome de Hellp, ao engravidarem pela segunda vez, podem tomar algumas providências para diminuir o risco.
Em geral, ajuda manter o peso controlado, fazer uma dieta adequada e ter um estilo de vida saudável. O pré-natal bem assistido é importante para detectar qualquer alteração na saúde da mãe e do feto precocemente e tomar as medidas para evitar que o quadro evolua para um estado grave.
Fonte: guiadobebe.uol

19 de mar. de 2014

Aprendizagem:

Para realização da avaliação materno-fetal de maneira adequada, torna-se fundamental a compreensão de que quatro períodos são reconhecidos na evolução clínica do parto.


Cada período apresenta características específicas e a parturiente (mulher em trabalho de parto e parto) necessita de assistência técnica qualificada e apoio emocional, independentemente da idade ou paridade a preocupação com o parto e com o bebê é de grande importância para todos os envolvidos.

Enfermeira/Professora: Ana Paula Moreira Campos

21 de jul. de 2013

Sinusite

Tudo Entupido
A terrível sinusite nada mais é do que uma inflamação no seio da face.
"Surge após gripes ou crises alérgicas, que favorecem o acúmulo de muco". Embora fungos, vírus e bactérias sejam os grandes vilões, o desvio do septo também pode causá-la. E os sintomas mais comuns são dor na face, nariz entupido, tosse e produção de catarro amarelado.
Aguda ou Crônica?
na sinusite aguda, os sintomas duram até 12 semanas. Já crônica ultrapassa esse período. Embora existam muitas teorias, ainda não há uma conclusão sobre por que algumas pessoas sofrem por maior tempo. Cientistas suspeitam que a imunidade baixa e a existência de bactérias mais resistentes sejam as principais vilãs.

Alívio bem-vindo
Para afastar uma sinusite alérgica, são indicados remédios chamados corticoides, com ação anti-inflamatória. Já as que surgem a partir de gripes têm seus sintomas amenizados com antigripais e descongestionantes. As de origem bacteriana podem ser tratadas com antibióticos. Quem decide é o médico, sempre.

RECEITA PARA LAVAR O NARIZ
Ferver 250 ml de água e espere amornar. Junte 1 colher (chá) de sal grosso e 2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio. Misture. use um conta-gotas para pingar nas marinas.
Fonte: Medley
Revisado por: Enfermeira/Professora: Ana Paula Moreira Campos