31 de out de 2011

Instrumentação Cirúrgica - Tempos Cirúrgicos!


INTRODUÇÃO
A utilização do instrumental cirúrgico é planejada em função do tipo de cirurgia e do tempo cirúrgico. As intervenções cirúrgicas se realizam em quatro tempos:
• Diérese (abertura)
• Hemostasia
• Cirurgia propriamente dita (exerese)
• Síntese (sutura)
Os instrumentais cirúrgicos são agrupados de acordo com os tempos cirúrgicos.

HISTÓRICO
Ao longo da história da humanidade, encontram-se episódios que retratam atitudes cirúrgicas para a manutenção da vida. Inicialmente, as cirurgias eram dirigidas para a correção deferimentos traumáticos e o controle do sangramento. O controle da dor intra e pós-operatório, a anestesia e os passos inicias do controle da infecção cirúrgica também transformaram a historia da cirurgia, contribuindo para sua evolução. Em princípio, a cirurgia era mutiladora e visava extirpar a parte do doente ou o órgão afetado. Após a descoberta da narcose e da assepsia, no século XIX, as cirurgias passaram a ser restauradoras e conservadoras. A partir daí então, observa-se um avanço acelerado no desenvolvimento, tanto cientifico como de técnicas cirúrgicas cada vez mais especifica, menos mutilantes e mais curativas. Vale ressaltar que o alivio da dor, o controle do sangramento e da infecção são aspectos que continuam a ser focalizados como indicadores do sucesso cirúrgico.
Outro ponto a ser considerado na evolução da cirurgia foi o desafio de transformar o ato cirúrgico em uma atividade cientifica e em uma escolha terapêutica segura. Aliados a evolução cirúrgica, muitos instrumentos foram idealizados e utilizados por cirurgiões em todos os períodos da historia. Com o passar do tempo vários desses instrumentos, em especial os instrumentos de síntese, foram reformulados, adaptados, dispensados ou substituídos por outros mais práticos e específicos para um determinado procedimento. Os instrumentos cirúrgicos são essenciais para o desenvolvimento das seqüências que compõe os tempos cirúrgicos.

TEMPOS CIRÚRGICOS
A expressão tempos cirúrgicos caracteriza a seqüência de procedimentos utilizada namanipulação dos tecidos e vísceras durante o ato operatório, sendo identificada por quatro tempos básicos.

Diérese: consiste em separar tecidos, ou planos anatômicos, para atingir uma região ou órgão. A diérese pode ser realizada por vários métodos: mecânico, térmico, crioterapia e raio laser, sendo que o mais empregado é o mecânico, utilizando materiais cortantes, como o bisturi elétrico, tesoura, faca, serra trepano, agulhas e outros.

Hemostasia: Consiste em determinar ou prevenir um sangramento. Pode ser feito por meio de pinçamento e ligadura de vasos, eletrocoagulação e compressão. Estes métodos podem ser usados simultaneamente ou individualmente.

Cirurgia propriamente dita ou Exerese: É o momento em que o cirurgião atinge o ponto desejado e realiza a intervenção cirúrgica, visando diagnostico, controle ou resolução da intercorrência, reconstituindo a área e deixando-a mais fisiológica possível.

Síntese ou Sutura: É a união dos tecidos, A síntese pode ser classificada em:
Cruenta: sutura é permanente ou removível;

Incruenta: sutura por meio de gesso, adesivo ou atadura;

Imediata: após a incisão;

Mediata: apos algum tempo da incisão;

Completa: em toda a extensão da incisão;

Incompleta: é mantida uma pequena abertura para a colocação de drenos.

Na síntese dos planos deve ser respeitada hierarquia tecidual, sua estratificação, fazendo a reconstituição pela síntese de tecidos idênticos entre si. As condições necessárias para uma boa síntese são: anti-sepsia local, vascularização perfeita das bordas de incisão. Bordas nítidas, hemostasia perfeita, ou seja, ausência de hematomas ou outras coleções, pois sucesso da síntese depende da hemostasia orgânica correta, coaptação sem compressão dos tecidos, ausência de corpos estranhos e tecidos necrosados, escolha de fios apropriados para cada tecido, execução com técnica correta.


Câncer de Laringe - Cuide-se!


 Câncer de Laringe
Laringe Normal
Laringe Normal
Câncer de Laringe
O câncer de laringe é um dos mais comuns a atingir a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem esta área e 2% de todas as doenças malignas. Aproximadamente 2/3 desses tumores surgem na corda vocal verdadeira e 1/3 acomete a laringe supraglótica (ou seja, localizam-se acima das cordas vocais).

Sintomas
Na história do paciente, o primeiro sintoma é o indicativo da localização da lesão. Assim, odinofagia (dor de garganta) sugere tumor supraglótico e rouquidão indica tumor glótico e subglótico. O câncer supraglótico geralmente é acompanhado de outros sinais e sintomas como a alteração na qualidade da voz, disfagia leve (dificuldade de engolir) e sensação de um "caroço" na garganta. Nas lesões avançadas das cordas vocais, além da rouquidão, pode ocorrer dor na garganta, disfagia e dispnéia (dificuldade para respirar ou falta de ar).

Fatores de Risco
Há uma nítida associação entre a ingestão excessiva de álcool e o vício de fumar, com o desenvolvimento de câncer nas vias aerodigestivas superiores. O tabagismo é o maior fator de risco para o desenvolvimento do câncer de laringe. Quando a ingestão excessiva de álcool é adicionada ao fumo, o risco aumenta para o câncer supraglótico. Pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e beber têm probabilidade de cura diminuída e aumento do risco de aparecimento de um segundo tumor primário na área de cabeça e pescoço.

Tratamento

O tratamento dos cânceres da cabeça e pescoço pode causar problemas nos dentes, fala e deglutição. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maior é a possibilidade de o tratamento evitar deformidades físicas e problemas psicossociais.

Além dos resultados de sobrevida, considerações sobre a qualidade de vida dos pacientes entre as modalidades terapêuticas empregadas são muito importantes para determinar o melhor tratamento. O impacto da preservação da voz na qualidade de vida do paciente é importante, já que a laringectomia total (retirada total da laringe) implica na perda da voz fisiológica e em traqueostomia definitiva.

Entretanto, mesmo em pacientes submetidos à laringectomia total, é possível a reabilitação da voz através da utilização de próteses fonatórias tráqueo-esofageanas. De acordo com a localização e estágio do câncer, ele pode ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia e com quimioterapia associada à radioterapia, havendo uma série de procedimentos cirúrgicos disponíveis de acordo com as características do caso e do paciente.

Em alguns casos, com o intuito de preservar a voz, a radioterapia pode ser selecionada primeiro, deixando a cirurgia para o resgate quando a radioterapia não for suficiente para controlar o tumor. A associação da quimio e radioterapia é utilizada em protocolos de preservação de órgãos, desenvolvidos para tumores mais avançados. Os resultados na preservação da laringe têm sido positivos. Da mesma forma, novas técnicas cirúrgicas foram desenvolvidas permitindo a preservação da função da laringe, mesmo em tumores moderadamente avançados.


Anatomia

Após a Laringectomia Total há uma alteração dos mecanismos de condução do ar até os pulmões. Na respiração do laringectomizado total o ar entra pelo traqueostoma, que é um orifício feito por cirurgia no pescoço. Na expiração, o ar sai dos pulmões e passa novamente pelo traqueostoma. Assim, na respiração do laringectomizado total não há passagem de ar pela boca, o que torna independente a via digestiva (por onde passa a comida) das vias respiratórias (por onde passa o ar).

A laringectomia total acarreta a perda da voz laríngea. Contudo, isto não significa a perda da fala ou da linguagem. A reabilitação vocal é possível através da voz esofágica, que substitui a voz laríngea usando a via digestiva para produzir o som, ou através da utilização de próteses fonatórias. 



O que é uma Laringectomia total?
A Laringectomia total é a retirada da laringe.

Por que a Laringectomia total tem que ser feita?
A Laringectomia total é necessária por existir um tumor que afeta as cordas vocais (ou partes da laringe).
Após a laringectomia, há uma modificação dos caminhos da condução do ar e da alimentação: a inspiração do ar passa a ser feita pelo traqueostoma (orifício no pescoço). Os aparelhos respiratório e digestivo tornam-se separados e independentes.

Por que tem que haver uma abertura no pescoço?
Essa abertura, chamada traqueostoma, é necessária para a entrada e saída de ar dos pulmões. Após a laringectomia o ar não poderá circular nem pela boca nem pelo nariz, como acontecia antes.

Vou sempre respirar por esta abertura?
Sim, esta é a melhor forma encontrada para facilitar a respiração do laringectomizado total. A via digestiva já não se comunica mais com a via respiratória e, esta abertura definitiva no pescoço, é necessária para manter você vivo.

O que é cânula traqueal?
É um tubo curvado de metal ou de plástico, com uma pequena chapa protetora (para fixação).

Por que devo usar a cânula traqueal?
A cânula impede o fechamento do traqueostoma

Durante quanto tempo precisarei usar a cânula? 
Alguns pacientes a usam permanentemente, outros, por um determinado período de tempo. Isto varia de indivíduo para indivíduo de acordo com a cicatrização do traqueostoma. Seu médico saberá o momento certo de retirá-la.
É importante a limpeza com a cânula? Qual a melhor maneira de limpá-la?
É importante manter a cânula limpa por questões higiênicas e para evitar que a secreção nela acumulada traga dificuldades respiratórias. A freqüência da limpeza depende da quantidade de muco acumulado. Lembre-se que é por este orifício que você respira. A cânula pode ser limpa com uma escova cilíndrica, sabão neutro e água corrente, pelo menos uma vez por dia, conforme a ilustração.
Devo proteger a traqueostomia contra a poeira?
Sim, pois a passagem do ar diretamente pelo traqueostoma (sem passar pelas cavidades nasais, onde normalmente é aquecido, umedecido e filtrado) exige o uso de uma proteção para impedir que partículas de poeira ou corpos estranhos cheguem aos pulmões. A traquéia deve ser, portanto, protegida contra poeira com uma cobertura apropriada.

Quais são os sintomas que indicam que há excesso de poeira na traquéia? O que posso fazer neste caso?
Normalmente um acesso de tosse o avisa do excesso de poeira que provoca a irritação. Outro sinal comum aparece através da secreção que, após algumas horas, adquire uma coloração diferente e sua consistência fica mais pegajosa.

Que tipo de protetor poderei usar no traqueostoma?
Uma cobertura (tipo babador) feita de crochê é usada mais freqüentemente. Este protetor deve cobrir o traqueostoma, protegendo-o, sem impedir a passagem do ar. 
Qual é a melhor maneira de tomar banho?
É preciso cuidado para não deixar entrar água pelo traqueostoma. Você certamente encontrará uma boa maneira para se proteger. Abaixando a cabeça ou protegendo o traqueostoma com a mão.

Hábitos do cotidiano
Posso continuar a fumar?
Não pode. Além dos efeitos negativos do fumo, a sua respiração agora é feita pelo traqueostoma.

Posso tomar bebidas alcoólicas?
As bebidas alcoólicas devem ser evitadas.

Será que poderei voltar a trabalhar? Quando?
Você poderá voltar ao trabalho desde que seu estado geral de saúde lhe permita (dependendo também, é claro, do tipo de trabalho que você fazia antes da cirurgia). É necessário, nestes casos, conversar com seu médico sobre este problema.

Conseguirei levantar objetos pesados?
É possível que você não consiga levantar pesos como fazia antes. Em alguns casos, dependendo de uma pessoa para outra, com o decorrer do tempo isto pode ser possível. Converse com seu médico.

Poderei ter dificuldades ao engolir?
Isto não é muito comum, embora alguns pacientes possam sentir esta dificuldade. Caso isto aconteça, procure seu médico.

Será necessário ir ao médico periodicamente para fazer exames?
É muito importante que você compareça às revisões nas datas marcadas. Isto é fundamental para o controle de sua saúde.

Algum tipo de clima pode me fazer mal?
O clima quente é bom. Devem ser evitados os climas frios, secos ou os ambientes poluídos.

Acúmulo de secreções
Por que há maior eliminação de secreções pela manhã?
Todos os laringectomizados acumulam mais muco devido à quantidade maior de partículas que inalam, por falta do filtro natural, que é a mucosa da cavidade nasal. Lembre-se que no laringectomizado as narinas não filtram mais o ar inspirado. Depois de várias horas de sono, quando o reflexo da tosse está diminuído, há um acúmulo de muco maior que será todo eliminado pela manhã.

Qual é a melhor maneira de limpar o traqueostoma?
Tossindo e limpando a secreção expelida com cuidado. Ao tossir provocamos uma ação muscular que expulsa o muco mais facilmente. Caso você perceba vestígios de sangue no muco, marque uma consulta com seu médico.

É possível colocar remédio no traqueostoma quando há infecção?
Sim, isto é possível desde que você peça orientações ao seu médico.

Voz esofágica
Existe alguma maneira que me permita falar novamente?

Sim, através da voz esofágica. Você não perdeu a fala nem a linguagem e sim, a voz laríngea. A voz esofágica é uma alternativa de comunicação para o laringectomizado total.

Quem me ajudará a aprender a usar a voz esofágica?
Um fonoaudiólogo lhe dará as orientações adequadas para a reabilitação da voz. O sucesso da reabilitação vocal dependerá também de você. A reabilitação total é um trabalho coletivo no qual todos devem colaborar, inclusive os familiares.

O que é a voz esofágica? Como é produzida?
É uma alternativa para a ausência de voz laríngea. A voz esofágica é produzida pela expulsão do ar que vem do esôfago que, ao fazer vibrar as suas paredes, emitem um som. Este som se transforma em sílabas, palavras e frases até o domínio total da fala. É importante lembrar que o ar que vem dos pulmões (sai pelo traqueostoma) segue um caminho diferente do ar que vem do esôfago (vai para a boca). Depois da laringectomia total estas estruturas ficam independentes.

Quando poderei começar a aprender a falar assim?
O ideal é você começar logo que recebe alta do hospital. Seu médico lhe encaminhará no momento certo, considerando sua situação clínica.

Quanto tempo levarei para aprender a falar com a voz esofágica?
É difícil estimar o tempo. Os resultados dependerão também de você, de sua facilidade de emitir o primeiro som e de uma prática constante.

Como fazer para usar bem a voz esofágica?
Através da prática diária, sempre seguindo as instruções do seu fonoaudiólogo.

Poderei voltar a falar no telefone?
Sim, poderá. A voz esofagiana é bastante nítida quando falada pelo telefone. Lembre-se que o telefone funciona como um amplificador, que pode melhorar bastante a clareza de sua comunicação.

O estado emocional interfere na voz esofágica?
Sim. Normalmente, quando as pessoas ficam emocionadas, elas sentem dificuldade para falar.

Como ficará minha vida sexual?
Ficará exatamente como estava antes da cirurgia. A compreensão do seu parceiro será muito importante para a recuperação de sua vida sexual. Lembre-se que a reabilitação total do laringectomizado é fruto de um esforço coletivo entre pacientes, profissionais e familiares.

Onde posso encontrar um fonoaudiólogo para me ajudar?
No Centro de Reabilitação ou na Seção de Cabeça e Pescoço do Hospital do Câncer do Instituto Nacional de Câncer.


Problemas respiratórios
O que fazer para socorrer um laringectomizado com problemas respiratórios?
Inicialmente, verifique se ele está usando a cânula. Caso sim, retire-a para observar se a respiração melhora (no caso da cânula estar entupida). Já se o paciente não estiver usando a cânula (ou não houver melhora com a sua retirada), o problema pode estar sendo causado por um acúmulo de secreções na traquéia. Sendo assim, faça a pessoa tossir com muita força para que as secreções saiam.
Se mesmo com tudo isto não houver melhora, procure imediatamente o hospital.
Obs. a respiração artificial no laringectomizado é feita diretamente no traqueostoma.
Por que devo freqüentar as reuniões de reabilitação vocal?
O contato com o grupo vai lhe ajudar muito a superar as dificuldades e tirar dúvidas. Além disso, as reuniões dão uma sensação de maior autonomia. O paciente consegue perceber como estes encontros são importantes para uma melhor e mais rápida utilização da voz esofageana.

Lembre-se que a reabilitação total do laringectomizado é um trabalho coletivo, com o qual todos devem colaborar, inclusive os familiares.

 Fonte: Centro de Reabilitação - Fonoaudiologia
Unidade I - INCA

29 de out de 2011

Enfermagem: a arte de cuidar... o dom de amar !: O DiabetesHouve um grande crescimento no número d...

Enfermagem: a arte de cuidar... o dom de amar !: O Diabetes
Houve um grande crescimento no número d...
: O Diabetes Houve um grande crescimento no número de casos de diabetes tipo 2 em todo o mundo. Em 1985, era estimado haver 30 milhõ...

O Diabetes


Houve um grande crescimento no número de casos de diabetes tipo 2 em todo o mundo. Em 1985, era estimado haver 30 milhões de pessoas com diabetes. Em 1995, esse número já ultrapassava os 150 milhões. De acordo com as estatísticas da IDF (International Diabetes Federation), atualmente o número já supera os 250 milhões. Se nenhuma atitude eficiente de prevenção for feita, a IDF estima que o número total de pessoas com diabetes em 2025 alcançará os 380 milhões. Já o diabetes tipo 1 não pode ser prevenido. Mesmo assim, a cada ano aumentam os casos registrados.
Veja dados estatísticos da IDF:
  • Estima-se que metade das pessoas com diabetes desconheça a própria condição. Em países em desenvolvimento, essa estimativa chega a 80%;
  • Estudos mostram que exercícios físicos e dieta equilibrada previnem 80% dos casos de diabetes tipo 2;
  • Pessoas com diabetes tipo 2 têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco;
  • Até 2025, o maior aumento na incidência do diabetes está previsto para os países em desenvolvimento;
  • Em 2007, os cinco países com os maiores números de pessoas com diabetes eram: Índia (40,9 milhões), China (39,8 milhões), Estados Unidos (19,2 milhões), Rússia (9,6 milhões) e Alemanha (7,4 milhões);
  • Em 2007, os cinco países com a maiores prevalência de diabetes na população adulta eram Nauru (30,7%), Emirados Árabes Unidos (19,5%), Arábia Saudita (16,7%), Bahrein (15,2%) e Kuwait (14,4%);
  • A cada ano 7 milhões de pessoas desenvolvem diabetes;
  • A cada ano 3,8 milhões de mortes são atribuídas ao diabetes. Um número maior de mortes provenientes de doenças cardiovasculares pioradas por desordens lipídicas relacionadas ao diabetes e por hipertensão;
  • A cada 10 segundos uma pessoa morre de causas relacionadas ao diabetes;
  • A cada 10 segundos duas pessoas desenvolvem diabetes;
  • O diabetes é a quarta maior causa mundial de morte por doença;
  • O diabetes é a maior causa de falência renal em países desenvolvidos e é a maior responsável por grandes custos de diálise;
  • O diabetes tipo 2 se tornou a causa mais freqüente de falência renal nos países ocidentais. As incidências registradas variam entre 30% e 40%em países como Alemanha e EUA;
  • 10 a 20% das pessoas com diabetes morrem de falência renal;
  • É estimado que mais de 2,5 milhões de pessoas no mundo estão afetadas pela retinopatia diabética;
  • A retinopatia diabética é a maior causa de perda de visão de adultos em idade laboral (20 a 60 anos) em países com indústrias;
  • Em média, pessoas com diabetes tipo 2 têm sua expectativa diminuída em 5 a 10 anos em relação a pessoas sem diabetes, principalmente por causa de doenças cardiovasculares;
  • As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no diabetes, respondendo por 50% das fatalidades e por muitas inaptidões;
  • Pessoas com diabetes tipo 2 estão cerca de duas vezes mais suscetíveis a um ataque cardíaco ou derrame do que as que não tem diabetes. Na verdade, pessoas com diabetes tipo 2 são tão suscetíveis a um ataque cardíaco quanto pessoas sem diabetes que já tiveram um ataque.

Sinais e Sintomas

O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:Sede excessiva
  • Rápida perda de peso
  • Fome exagerada
  • Cansaço inexplicável
  • Muita vontade de urinar
  • Má cicatrização
  • Visão embaçada
  • Falta de interesse e de concentração
  • Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.
Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.
No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.
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Educação e Prevenção

O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.

Sem a educação em diabetes, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões baseadas em informação, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, não estar equipado o suficiente para fazer um bom tratamento. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações.
O papel dos educadores em diabetes é essencial, juntamente com a equipe multidisciplinar. O educador faz com que a pessoa com diabetes monitore sua saúde com escolhas e ações baseadas em julgamento vindo da informação.

A maioria dos pacientes não tem acesso à educação em diabetes, devido a fatores como custo, distância e falta de serviços apropriados. Algumas nem sabem dos serviços existentes ou não estão convencidas dos benefícios que a educação em diabetes pode trazer. Esses pacientes podem achar, por exemplo, que a interação com o médico fornece toda a educação de que precisam. A campanha do Dia Mundial do Diabetes vai promover a importância dos programas estruturados de educação em diabetes como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir educação em diabetes junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades.

Está faltando educação em diabetes especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo nos países desenvolvidos, muitas pessoas não conseguem ter acesso a ela porque não há educadores e centros em número suficiente para atender o número crescente de novos casos. 
Fonte: www.diamundialdodiabetes.org.br



28 de out de 2011

Noticia


Anvisa suspende comércio de antirretroviral 

usado para aids


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão da distribuição, do comércio e do uso do medicamento Lamivudina 10 miligramas, solução oral. A resolução foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.
O produto fabricado por uma indústria goiana é um antirretroviral usado no tratamento de pacientes com aids. A medida foi adotada principalmente em função de notificações repassadas à Anvisa, relacionadas ao aspecto do medicamento.
Fonte: Jornal Correio do Estado

26 de out de 2011

Coleta de Material para Exames Laboratoriais!


Coleta de Materiais para Exames Laboratoriais

O resultado correto de um exame de análises clinicas não depende somente de quem os analisa, mas também da qualidade da amostra coletada. A equipe de enfermagem atua no processo de coleta do material biológico, e, conforme a qualidade da amostra, os erros pré - analíticos são minimizados e os resultados garantidos. Para tanto são necessários cuidados especiais no momento da coleta.
A coleta de material biológico para analise é muito comum e útil no período pré – operatório e quando solicitado pelo médico.

Cuidados para evitar erros pré – analíticos

  • Jejum do cliente;
  • Tempo de jejum do cliente;
  • Tempo de coleta de amostras;
  • Horário da coleta;
  • Tempo de envio da amostra para o laboratório;
  • Uso prolongado do torniquete;
  • Erro de identificação da amostra;
  • Erro do volume ou quantidade da amostra para analise;
  • Tubos e equipamentos usados apropriados para coleta de material biológico;

Materiais biológicos e exames mais solicitados

 

Sangue
Urina
Fezes
Secreções
Hemograma
Tipo 1 ou EAS
Parasitológico
Líquor
Hb/Ht
Urina de 24 horas
Cropocultura
Vaginal
Sorologia
Urocultura
Pesquisa de Sangue
Uretral
Gasometria

Pesquisa de Sangue
Conjuntival

Os exames mais usuais são:
A – Urina
Urina tipo1: avalia as características físicas e químicas e os sedimentos urinários;
  • Primeiro jato: investigação do trato urinário baixo (urina mais concentrada).
  • Jato médio: colhe-se o jato médio da urina porque a primeira parte da uretra é colonizada pela flora normal, que pode interferir nos resultados (urina menos concentrada).
  • Jato final: útil na investigação de sangramentos.

Urina 24horas: avaliação da função renal.

Urocultura: pesquisa de microrganismos que pode evoluir para pesquisa de antibiograma.

B - Fezes
A composição das fezes se caracteriza por:
  • Resíduos de material indigerível, como a celulose dos alimentos digeridos;
  • Bile (pigmentos e sais), que dá a cor característica das fezes;
  • Secreções intestinais, incluindo o muco intestinal;
  • Leucócitos que migram da corrente sanguínea (em pouquíssima quantidade);
  • Células epiteliais que foram eliminadas;
  • Grande número de bactérias que podem constituir um terço da parte sólida total;
  • Material inorgânico, principalmente cálcio e fosfato (10% a 20%);
  • Alimentos não digeridos ou não absorvidos;
  • Cerca de 70% de água;
A analise das fezes determina as várias propriedades existentes para fins diagnósticos. Os testes mais solicitados são pesquisas de sangue, bile, larvas e ovos de helmintos, protozoários, câncer do cólon e ulcerações assintomáticas de outras massas do trato gastrointestinal.
Os exames mais usuais são:
  • Parasitológicos;
  • Coprocultura (exame bacteriológico das fezes)

C – Sangue
O sangue desempenha inúmeras funções, e os vasos sanguíneos são órgãos que viabilizam sua passagem para os diversos tecidos e/ou órgãos. Esses vasos estão conectados entre si, formando uma extensa e complexa rede de irrigação. Os vasos que entram no coração são chamados veias e os que saem do coração artérias. Em todo lado direito do coração circula sangue venoso, que vai para os pulmões para sofrer hematose. E em todo lado esquerdo do coração circula sangue arterial, que vai nutrir todos os órgãos e tecidos com oxigênio e nutrientes. O sangue é de importância vital, pois participa da regulação da temperatura corporal, do controle do pH, do equilíbrio hidrossalino, da oxigenação tecidual, da defesa do organismo, da distribuição de nutrientes, entre outros.

Hemograma:
Consiste na contagem global de eritrócitos, índices hematimétricos, valor de hemoglobina e valor hematrócrito (Ht), contagem global de leucócitos, contagem diferencial de leucócitos (neutrófilos, eosinofilos, basófilos, linfócitos e monócitos) e contagem global de plaquetas. È útil na avaliação de anemias, infecções bacterianas e viróticas, inflamações, leucemias e plaquetopenias.

Gasometria Arterial e Venosa:
Constitui a análise de gases sanguíneos, como O2 e CO2 e do equilíbrio ácido-basico, como bicarbonato e pH sanguíneo.

Sorologia:
È a avaliação da presença de determinados anticorpos no soro sanguíneo. È útil no diagnóstico de infecções por vírus, bactérias, fungos e protozoários.

Coagulograma:
Consiste na analise do tempo de sangramento, contagem de plaquetas, tempo de protrombina e tempo de tromboplastina. È útil na avaliação homeostática pré – operatória.

Tipagem Sanguínea:
Determina o tipo sanguíneo de acordo com o sistema ABO e Rh antes da transfusões, no pré – operatório e no perfil pré – natal.
Glicemia:
É útil para a detecção de glicose e diagnóstico das hipoglicemias e hiperglicemias. Para o diagnóstico de diabetes melito é necessário valor igual ou superior a 99mg/dl na amostra em jejum em pelo menos duas ocasiões. O diagnóstico de hipoglicemia estabelece-se com valores abaixo de 60mg/dl.

Bioquímica:
Utiliza o plasma ou soro para qualificação de eletrólitos, como sódio (Na), potássio (K) e Cloro (Cl).

Observações úteis na coleta sanguínea
  • Jejum – a falta de jejum aumenta a lipemia (gordura no sangue) e altera o resultado da glicose; jejum prolongado pode elevar as concentrações de bilirrubina sérica.
  • Medicamentos – o uso de medicamentos pode causar interferências na analise.
  • Períodos de repouso – a falta de repouso provoca alterações no hemograma, glicose, alguns hormônios, transaminases, etc.
  • Temperatura do cliente – a hipotermia promove vasoconstrição e dificulta venopunção; o estresse aumenta a temperatura afetando a secreção de hormônios as adrenal.
  • Infusão intravenosa – deve-se evitar coletar material pelo cateter da infusão venosa. Fazê-lo somente quando não houver outra alternativa. Deve-se retirar de 10ml a 15ml de sangue, desprezá-lo definitivamente e com outra seringa fazer a coleta da amostra desejada.
  • Torniquete – a utilização incorreta do torniquete (muito apertado ou por muito tempo) pode causar hemoconcentração local, alterando os valores de enzimas, proteínas, hematocrito, sódio, potássio, cálcio, ferro, colesterol, triglicérides, plaquetas e fatores de coagulação.
  • È preciso estar familiarizado com o material a ser utilizado.
  • Deve-se evitar que o cliente abra e feche a mão, pois pode levar a alterações dos resultados.
  • A punção deve ser finalizada sem desenvolver hematomas.
 Como proceder:
  • Lavar as mãos;
  • Preparar o material: bandeja contendo tubos de coleta, luvas de procedimento, seringas, dispositivos intravenosos, torniquetes, bolas de algodão, antisseptico, adesivos e etiquetas;
  • Realizar a identificação do cliente (conferir pulseira e perguntar o nome);
  • Solicitar o consentimento do paciente para execução do procedimento;
  • Orientar o paciente para o procedimento;
  • Acomodá-lo confortavelmente;
  • Posicionar a bandeja;
  • Observar a rede venosa e escolher a melhor veia para puncionar;
  • Calçar luvas de procedimento;
  • Garrotear de 10cm a 15cm acima do local da punção;
  • Deixar o menor tempo possível o cliente garroteado;
  • Apalpar a veia escolhida;
  • Fazer antissepsia ampla do local da punção com movimentos firmes num único sentido;
  • Pegar o dispositivo intravenoso escolhido de modo que o bisel esteja voltado para cima;
  • Fixar a veia;
  • Puncionar a veia, introduzindo o dispositivo intravenoso acoplado á seringa;
  • Fixar o dispositivo;
  • Aspirar o volume sanguíneo determinado para o exame solicitado:
  1. Se seringa passar o conteúdo da seringa (sem agulha) para o tubo de modo que o sangue escorra pela parede do mesmo.
  2. Se vácuo, o conteúdo vai diretamente para o tubo.
  • Observar a reação do paciente;
  • Retirar o dispositivo;
  • Fazer compressão do local com algodão seco;
  • Orientar o paciente a não dobrar o braço;
  • Descartar materiais perfurocortantes em local próprio;
  • Retirar as luvas de procedimento;
  • Lavar as mãos;
  • Checar na prescrição médica correta;
  • Manter a unidade em ordem e encaminhar material colhido;
  • Realizar anotações de enfermagem;
Exemplo de registro de enfermagem:
Data:        Hora:          Relatório de enfermagem: Coleta para analise de Na, K, Glicemia, etc. Encaminhado para:            Assinatura: 

Teste de glicemia com fita reagente

Material Utilizado:
·        Bandeja;
·        Lanceta;
·        Bolas de algodão;
·        Álcool a 70%;
·        EPIs;
·        Glicosímetro;
·        Fitas reagentes;

Como proceder:
·        Lavar as mãos;
·        Realizar a identificação do paciente (conferir pulseira e perguntar o nome);
·        Orientar o paciente para o procedimento;
·        Calçar as luvas de procedimento;
·        Fazer antissepsia da parte distal do dedo;
·        Posicionar o dedo do paciente para baixo;
·        Fazer uma leve pressão no dedo escolhido;
·        Introduzir a lanceta num movimento firme e único na lateral do dedo;
·        Coletar uma gota de sangue e pingá-la na fita reagente;
·        Comprimir o local com algodão seco;
·        Proceder a leitura de acordo com o fabricante do glicosímetro;
·        Deixar unidade em ordem;
·        Retirar luvas de procedimento;
·        Lavar as mãos;
·        Checar na prescrição médica correta;
·        Realizar anotações de enfermagem na prescrição correta:
     Exemplo de registro de enfermagem:
Data:       Hora:    Relatório de Enfermagem: Realizado teste de glicemia com fita reagente com resultado:                 Assinatura:

Urina tipo 1 – Jato médio
 
Material utilizado:
  • EPIs;
  • Coletor de urina;
  • Material para lavagem externa se necessário;
  • Saco plástico;
 Como proceder:
  • Lavar as mãos;
  • Realizar identificação do paciente (conferir pulseira e perguntar o nome);
  • Solicitar o consentimento do paciente para execução do procedimento;
  • Orientar o paciente para o procedimento;
  • Fazer a higiene intima;
  • Desprezar o primeiro jato;
  • Coletar o jato médio;
  • Coletar em frasco próprio, limpo e seco;
  • Identificar amostra;
  • Colocá-la dentro de um saco plástico;
  • Manter a unidade em ordem;
  • Retirar luvas;
  • Lavar as mãos;
  • Chegar na prescrição medica correta;
  • Realizar anotações de enfermagem na prescrição correta:
     Exemplo de registro de enfermagem:
Data:       Hora:    Relatório de Enfermagem: Feito coleta de urina tipo 1; encaminhada ao laboratório:                 Assinatura:

Urina 24horas

 
Material utilizado:
  • Identificar os frascos para coleta de urina durante 24horas;
  • Fazer rotulo contendo horário de inicio e horário de termino da coleta;
  • Orientar o cliente para não desprezar a urina no vaso sanitário;
  • Após 24 horas encaminhar o material para o laboratório;
  • Checar na prescrição correta;
  • Realizar anotações de enfermagem na prescrição correta;
     Exemplo de registro de enfermagem:
Data:       Hora:    Relatório de Enfermagem: Encaminhado para laboratório 4 frascos contendo 5 litros de urina clara, sem grumos para analise de 24 horas
ao laboratório:                 Assinatura:

Urocultura
 
Material utilizado:
·  Coletor estéril de urina;
·  EPIs;
·  Material para lavagem externa;
·  Sonda vesical de alivio se necessário;
·  Saco plástico;

 Como proceder:
  • Lavar as mãos;
  • Orientar o cliente quanto ao procedimento;
  • Fazer lavagem externa;
  • Passar sonda vesical de alivio para coletar a urina; se o paciente já estiver sondado:
    1. Desprezar todo conteúdo do coletor;
    2. Fechar a sonda vesical por 2 horas;
    3. Fazer a coleta da urina através do dispositivo localizado na extensão do coletor;
  • Coletar a amostra do material em tubo estéril;
  • Identificar a amostra;
  • Colocá-la dentro de um saco plástico;
  • Manter unidade em ordem;
  • Retirar luvas;
  • Realizar anotações de enfermagem;
  • Encaminhar ao laboratório;
  • Checar prescrição médica correta;
  • Realizar anotações de enfermagem ma prescrição correta
Exemplo de registro de enfermagem:
Data:     Hora:     Relatório de Enfermagem: Coleta de urina estéril através de sonda de alivio; encaminhado para laboratório.      Assinatura:

 Glicosúria:
Material utilizado:
  • EPIs;
  • Fitas reagentes;
  • Seringa;
  • Comadre ou papagaio;
 Como proceder:
  • Lavar as mãos;
  • Realizar a identificação do cliente (conferir pulseira e perguntar o nome do paciente);
  • Solicitar o consentimento do paciente para execução do procedimento;
  • Orientar o paciente para o procedimento;


Cuidados de enfermagem em exames laboratoriais

·        Importância
·        Colaborar para um diagnostico;
·        Medicina preventiva;
·        Avaliar a eficácia de um tratamento;
·        Avaliar o grau de aderência do paciente.
·        Complicações
·        Mudança de hábitos nos dias que antecede a realização dos exames (Resultado falso positivo);
·        O prazo de validade dos exames é curto, pois eles interpretam o que está acontecendo com você nesse momento;
·        Influencia
·        Alimentação;
·        Atividade física;
·        Sono;
·        Faixa etária;
·        Diferentes fases do ciclo menstrual.
·        Material para exame
·        O cumprimento do que se é recomendado por parte do paciente;
·        Se as orientações foram fornecidas de forma correta;
·        Coleta adequada;
·        Fixação e o transporte do material correto.
  Enfermeira/Professora: Ana paula Moreira Campos.